Onde o Peixe Encontrou o Lobo
Domingo, 20 de Maio de 2012
Quarta-feira, 16 de Maio de 2012
Sexta-feira, 11 de Maio de 2012
Visceral
Hoje acordaram-me as vísceras num sufoco gutural. O dia faz-se estranho, sol nublado, calor abafado. Saiu-me um dia sufocado. Algo estranhamente nostálgico e triste surge de dentro.
Este é um daqueles dias fora do mundo, suspenso no limbo, olha-se para ele como se estivesse a despedir. O meu corpo quer-se pôr na posição inicial, fetal, visceral.
Algo se passa, algo que ainda não foi, mas será.
Este é um daqueles dias fora do mundo, suspenso no limbo, olha-se para ele como se estivesse a despedir. O meu corpo quer-se pôr na posição inicial, fetal, visceral.
Algo se passa, algo que ainda não foi, mas será.
Quarta-feira, 2 de Maio de 2012
Domingo, 29 de Abril de 2012
Bloom
A maior angústia de uma pessoa extraordinária é quando se pergunta porque é que não é como os demais.
Ontem, antes de adormecer, fiz amor com a minha angústia.
À espera que o sinal mude para verde.
Ontem, antes de adormecer, fiz amor com a minha angústia.
À espera que o sinal mude para verde.
Domingo, 15 de Abril de 2012
Por um lado
Sorrir, sorrir de dentro. Agradecer ao universo pelo aqui e agora, tudo se entrelinha para estar desta forma. Deus não existe, mas o universo. E está em fluxo, sempre para algum lado, no entanto, sempre para o lado certo. Deixa a tua mente pensar demais, começas a ir contra o fluxo. Deixa o teu coração ser, vais ao sabor do universo. Ao que achamos mal, no fundo, pode ser o maior bem que nos aconteceu. Ver, sem olhos, por vezes, dá-nos mais respostas que a procura. Subtrair o corpo, a mente, e ficar apenas o coração, aquele que comunica com todos. Coincidências não existem, as coisas são. Ver, sem olhos, e interpretar com o coração os sinais que o universo nos dá, vezes e vezes sem conta. A tua vida está escrita, não em diário, mas em todo o universo. Não importa ontem, não importa amanhã. Estás.
Domingo, 25 de Março de 2012
Uma daquelas Zenadas
Houve um mestre Zen que na altura da sua morte pediu os seus chinelos. Renitentes os discípulos perguntaram porquê, ao que o mestre respondeu "Ninguém senão eu vou até ao cemitério para morrer, porque é que terão de ser quatro a levarem-me, enquanto posso ir a meu próprio pé?" e assim o mestre foi ao cemitério, cavou a sua sepultura, deitou-se e morreu plácido.
Moral da história? Pura Coragem.
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